Artigos com o marcador Philip Yancey
Castramos as pessoas e pedimos para elas serem Frutíferas
23/02/11
Hoje acordei me sentindo só, igual a Jó… Igual a pó (igual a música do Fruto Sagrado). Mesmo sentindo a solidão, diversas pessoas estão na minha volta. Eu achava que solidão era uma característica da liderança como vi nuns estudos do pastor Mark Driscoll (Parte 1 e Parte 2). Mas recentemente li num livro do John C. Maxwell que solidão é algo que está relacionado mais com a Personalidade.
Falando um pouco de sentimentos encontrei ontem na minha leitura do oitavo livro de 2011 uma frase do C.S Lewis: “Castramos e pedimos que os castrados sejam frutíferos”. Philip Yancey em seu livro: “Para que serve Deus, publicado pela Mundo Cristão, citou uma frase do Lewis, que eu estou citando uma pequena parte, de uma frase citada. Que redundante isso. A frase está no livro “A Abolição do Homem”.
Mas estou pensando que isso ocorre muito: cobramos coisas das pessoas e não damos chance para elas fazerem. Na verdade castramo-las! Fazemos elas virarem “Eunucos”.
O eunuco é um personagem que aparece muitas vezes na Bíblia, não é o mesmo, mas em alguns dos textos sagrados os autores usam o Eunuco para transmitir algum entendimento. Deus é incrível, ele usa o Eunuco para nos mostrar algumas belezas da vida. Confira aqui os textos bíblicos que falam sobre eunucos.
Jesus usa a figura do “Samaritano” (Lucas 10.33) para nos deixar um dos mais belos exemplos e não sei se está conectado, mas quando me lembro do samaritano também me lembro do leproso que volta para agradecer pela cura realizada por Jesus (Lucas 17.15)
“Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão…” (Lucas 10.33).
“E um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz…” (Lucas 17.15).
Jesus viu uma árvore que não dava frutos, uma figueira (Mateus 21.19). Ele com o poder de suas palavra fez com que a figueira secasse. Nós não somos Jesus, muitas vezes nem parecidos com ele, nós fazemos as pessoas secarem, tornamos elas infrutíferas, fazendo assim, o contrário do que Jesus gostaria.
“E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente. (Mateus 21.19).
Assim como nosso mestre nos dá vida, nos torna frutíferos e além de tudo nos ama. Devemos tentar levar adiante a vida e contribuir para que pessoas se tornem árvores que produzam muitos frutos e não devemos ver as pessoas como “árvores concorrentes”. Falar que devemos amar é até brincadeira, pois qualquer pessoas que costuma ler a Bíblia encontra isso nas palavra de Jesus e também nas de seus seguidores.
“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. João 13:35
Um grande abraço,
Leonardo Pereira (Leo Pereira)
PARA QUE SERVE DEUS?
05/09/10
Faz algum tempo que não leio algum livro do Philip Yancey. O novo livro dele, que no Brasil será lançado pela editora Mundo Cristão, chamou minha atenção:
PARA QUE SERVE DEUS? é o nome do livro.
Tão logo eu tenha algum dinheiro (sobrando), espero comprar o livro, para poder ler e escrever alguma coisa sobre ele no blog.
No momento comparilho a imagem da capa e algumas palavras que você pode encontrar também no site da Editora Mundo Cristão.
Visite: http://www.mundocristao.com.br/paraqueservedeus/
Este livro relata histórias de lugares como a China, onde a igreja está crescendo espetacularmente, apesar de ter um governo ateu; ou como o Oriente Médio, onde a outrora vicejante igreja da região central agora mal sobrevive; e ainda como a África do Sul, onde uma igreja multicolorida junta os cacos de seu passado racista. Nos Estados Unidos, o autor visitou não apenas VirginiaTech (escola onde houve o massacre de 32 alunos e professores provocado por um estudante coreano perturbado), e uma convenção de prostitutas (em Green Lake, no estado de Wisconsin, sobre a evangelização de mulheres prostitutas, com a participação de representantes de 45 organizações e trinta países), mas também um grupo de alcoólicos anônimos de Chicago e dois territórios do Cinturão Bíblico do Sul. As cicatrizes do racismo no sul dos Estados Unidos, sem falar na África do Sul, serão curadas algum dia? Uma minoria cristã será capaz de provocar alguma fermentação num ambiente hostil como o da China ou do Oriente Médio? Estas são algumas das questões que o autor se pergunta todas as vezes que assume uma tarefa desafiadora. Apesar disso tudo, continua viajando pelo mundo indagando o que acontece quando a fé sobre a qual escreve numa cabana na montanha enfrenta o mundo real. Ela funciona?
Visite o site do livro clicando aqui
ou visite o site da Mundo Cristão.











